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sexta-feira, 22 de junho de 2012

PROMESSAS NÃO CUMPRIDAS


A vida foi cruel
Milhões de vezes
Pedi ao céu
Que aliviasse a minha dor
Clamando de joelhos
Arrependido da vida
Ofereci-lhe o meu amor
Promessas não cumpri
O céu não sorriu para mim
A minha dor continuou
Meu coração esta vazio
Minhas palavras
E meus pensamentos se vão

sábado, 1 de outubro de 2011

Introspecção

Sinto fluir o sangue por entre as minhas veias,
O sangue incansável da minha evolução,
Esse mundo às vezes me cansa,
Acelera as batidas do meu coração,
Conto ate dez, e sinto a respiração,
Eu crio a minha própria paz satisfatória,
Me lanço no abismo que há dentro de mim,

sábado, 17 de setembro de 2011

Inconsciente


Hoje a noite esta gelada,
E eu aqui na calçada,
Ouvindo a canção do vento,
E o som do silêncio,

O vento do outono, sopra frio,
As batidas do seu coração,
Me deixa surda,
Não posso ouvir,
O clamor da minha consciência,
A minha vida depende de você,

Não vejo a minha cadeira elétrica,
A noite esta gelada,
E eu, ainda estou aqui,
Na calçada...
Inconsciente, surdo.

sábado, 9 de julho de 2011

Canção da Verdadeira Pátria



Minha terra tem bambus,
Onde pia os urubus,
Na política e nos morros,
Alimentam-se os corvos,

Nossa lua é um lindo sol,
Nosso jogo é o futebol,
Nossas vidas tem mais fome,
Nossos sonhos nos consomem,

No ponto a espera do ônibus,
Da ferida escorre o pus,
Minha terra tem bambus,
Onde pia os urubus.

Minha terra tem ladrões,
Que rezo para nunca me encontrar,
No ponto a espera do ônibus,
Da ferida escorre o pus,
Minha terra tem bambus,
Onde pia os urubus.

Quando cai a linda noite,
O perigo pode aumentar,
É quando eu tranco minha porta,
E me ponho a Deus orar,
Ouvindo o rangir dos bambus,
Onde pia os urubus.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Não posso te esquecer

 Busco no deu suspiro
O ar que respiro
E a brisa a me acalmar
Quando estou a soluçar
Ainda sinto o seu cheiro
No meu trevesseiro companheiro
E aí, trago o calor do seu amor
Só para mim
Venha do seu jeito
Aliviar a dor do meu peito
E aquecer o frio do meu coração
O tempo esta passando
E eu, ainda estou te amando
Não posso te esquecer
Não posso te esquecer

Morador da Baixada

Somos leões do bem
Comemos carne também
Do mais fraco e vencível
Quando isso é possível

Meu sonho é uma fachada
Para eu viver mais um pouco
Morador da pobre baixada
Se me apego fico louco

O sistema não é uma flor
O sistema não é um amor
O sistema é um grande dilema
O sistema é o terrível problema

A flor está na beleza
O amor está na gratidão
A beleza está na natureza
A gratidão está no coração

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Quando Posso Não Faço

Quando posso voar
Não tenho asas
Quando posso correr
Não tenho porque
Quando posso falar
Sou tímido
Quando posso ficar
Não vim
Quando posso passar
Dou a volta
Quando posso comer
Não tenho fome
Quando posso escrever
Não tenho palavras
Quando posso olhar
Não tenho câmera
Quando posso cantar
Não tenho canção
Quando posso agradecer
Não há de que
Quando posso pagar
Não tenho dívida
Quando posso sair
Não tenho onde ir
Quando posso reclamar
Não tenho justiça
Quando posso morrer
Não quero

O Conto da Meia-Noite em Ponto. 5º Ato - O Golpe Surpresa

Enzo estava mesmo disposto a matar Giovanna, por motivo da traição, Mas antes do golpe final, devolveu-lhe a pergunta, parando a canç...